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    terça-feira, maio 17, 2016
                                        a fantástica Eva Green encarna a contraditória Morgana da lenda na série de TV

    As Brumas de Avalon talvez seja o melhor livro moderno que eu já lí...não se compara ao arsenal de frases imortais, como a busca por um cavalo, da parte de Ricardo III em Shakespeare, mas sim numa releitura extraordinária dos mitos celtas através da passagem de Arthur Pendragon pelas terra pré-inglesas...
    A personagem central é Morgana (Morgan a mulher vinda do Mar), que na mitologia de Arthur Pendragon é irmã/tia dele...nas Brumas de Avalon a fada Morgana se divide em duas, Morgana (protagonista, a irmã do rei, herdeira de ducados e das terras encantadas) e Morgause (antagonista incerta, mulher de Lot do Norte, feiticeira e mãe de grandes guerreiros).
    A divisão da fada Morgana é de extraordinária felicidade, pois da coêrencia as lendas contraditórias, que colocam hora a personagem lendária como vilã, hora como heroina...
    Arthur Pendragon nas lendas e nas Brumas de Avalon vive no conturbado período da retirada generalizada romana dos territórios ocupados pela Europa, Ásia e África, em virtude da emigração germânica para o centro do Império e da guerra milenar travada no oriente contra os semitas (milenar porque se iniciou antes de Alexandre, quando os Persas atacaram a Hélade e prosseguiu dos helenos para os romanos sem tréqua - os desdobramentos até hoje estão aí pelo mundo, um mundo onde a Europa recebe nova emigração de povos - africanos e semitas, para a necessária revitalização do continente europeu e para fugir da calamitosa situação economico-social do mundo oriental, mas trataremos desse assunto em outra ocasião).
    Os romanos ficaram séculos na Britãnia, nome das ilhas que compõem hoje as ilhas Britânicas e da porção noroeste da Gália Franca, desde antes dos francos...Lá infundiram seus mitos politeístas, como os mitos de Mitra (importante em outra releitura famosa dos contos de Arthur, as Crônicas do Senhor da Guerra, de Bernard Cornwell, que também trataremos mais tarde)...Infundiram também o cristianismo pós Constantino, via apóstolos (no sentido cristão pré-reforma de pastor de novas ovelhas) diversos, como Columbano, depois entre os santos da igreja, mesmo no período pré-proliferação dos santos católicos - antes da idade contemporânea existia grande parcimônia por parte da igreja católica ao dar lugar a alguém entre os bem aventurados, mesmo Joana - padroeira da França ao lado de Dinis de Paris - só virou Santa no século XX).
    Retiradas as legiões, ficaram os povos locais autóctones (pictos e supóstamente celtas - muito improvável embora o termo autóctone aplicado ao homo-sapiens seja altamente controverso de ser "aplicado" além da região nordeste da África), emigrantes latinos e imperiais afins na Britãnia...Não eram mais apenas o povo de Boadiceia (rainha semi-lendária histórica que lutou contra a ocupação imperial), eram mais, eram cristãos e politeístas num caldeirão de civilização pré-moderna...
    No livro As Brumas de Avalon, existe a ilusão de tolerância entre os cristãos e politeístas celticos, muito compreensível nos termos do livro, como uma tolerância imposta pelos governantes, quando "estes" tolerantes...A tolerância se rompia ao sabor do fanatismo da liderança de um lado ou outro...
    Arthur Pendragon era sucessor dos históricos Magnos Máximos - o Grande Máximus, ou Magnus o Grande (este partiu com as legiões para tentar ser imperador em Roma pela força das armas) e Ambrosius Aurelianus. Arthur era filho de Uther Pendragon (semi-histórico)...sendo por muitos considerado o nome Arthur uma corruptela de Arth-Uther - o Urso de Uther em celta (podemos conjecturar se não era o Arthur histórico o próprio Uther Pendragon (Pendragon - o Grande Dragão)...Arthur Pendragon retrata o apogeu e a decadência epiloga dos celtas - os keltai -  pois venceu a batalha de Monte Badonicus aos saxões (Mont Badon) e atrasou em uma geração a inexorável conquista anglo-saxã...
    O periodo do livros se inicia com a infancia de Morgana de Kernow (Cornwall ou Cornualha - era filha do Dux Galois da Cornualha - Galois é um nome estranho, como muitos no mito do Pendragon, especialmente Lancelot duLac - provavelmente vindo das lendas celtas de Arthur da parte da Bretanha francesa) e o nascimento de Arthur Pendragon (Arthur e Morgana eram irmãos apenas por parte de mãe nas Brumas de Avalon.  A mãe deles, Igraine, foi esposa do Dux Garlois e roubada por Uther Pendragon virou Grande Rainha em Caerleon (para muitos Camelot). 
    Os livros se findam com a morte de Arthur Pendragon, enterrado por Morgana de Kernow em Ynis Vitrin - a Ilha de Vidro...



    As Brumas de Avalon é extensa...4 volumes tratam esse período e trazem à luz os supla-citados e mais: a rainha Gwenhwyfar (Guinevere ou Genebra) o bardo semi-mágico Taliesin (historico), o Merlin (nas brumas de Avalon um cargo do bardo líder-sacerdote masculino), Elaine e Viviane (outras face de Morgana, como Mãe e Filha), a Senhora do Lago (líder da religião antiga politeísta), a espada encantada de Excalibur (aço cortado, para muitos de um cometa), Lancelot duLac (Lancelot - flexa de duente - do Lago - filho da Senhora do Lago Viviane), Mordredh (filho de Morgana vinda do Mar e Arthur Pendragon), Tristan e Isota (Tristão e Isolda) e Galahad, o buscador do Graal...

    emfim..fantástico demais, e interessante demais para ser tratado num único texto...   



    Marion Eleanor Zimmer Bradley (Albany3 de junho de 1930 — Berkeley25 de setembro de 1999) foi umaescritora norte-americana de romances sobre fantasia e ficção científica, tais como As Brumas de Avalon e a série Darkover. (wikipédia)





    Bernard CornwellOBE (Londres23 de fevereiro de 1944) é um dos mais importantes escritores britânicos da atualidade. Já publicou mais de 40 livros e teve obras traduzidas para mais de 16 idiomas.
    O autor é um apaixonado pela história em geral e da Inglaterra em especial, o que se reflete em romances que retratam conflitos ocorridos em território inglês (como na série A Busca do Graal, situada durante o período de conflito entre Inglaterra e França conhecido como Guerra dos Cem Anos, ou ainda em crônicas como as do Rei Artur, onde Cornwell, com sólida base histórica, dá uma versão muito pessoal ao senhor da guerra. (wikipedia)




    Sir Thomas Malory (1405 — 1471) foi um romancista inglês, famoso por haver escrito Le Morte d'Arthur (A morte de Artur), um dos mais célebres livros sobre as histórias do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. A obra, publicada em 1485, foi escrita em 1469, quando cumpria pena de prisão em Londres.
    Para sua obra, Malory se baseou principalmente em livros em língua francesa do século XIII, como o Ciclo do Lancelote-Graal e o Tristão em Prosa.





    posted by iSygrun Woelundr @ 5:26 PM   0 comments
    Feios - Scott Westerfeld


    Mais um romance distópico juvenil de sucesso...
    Na esteira de Jogos Vorazes e de Enders, se passa num futuro imponderável, em uma sociedade assentada sobre os fracassos do mundo atual.
    Num mundo pós guerra fria, causa espécie observar a proliferação dessas distopias na literatura atual...Não reclamo disso, afinal o gênero ficção cientifica é o meu preferido, mas reflito que existe um certo desencanto com o mundo atual que segue indisfarçável entre nós. O avanço cientifico é tremendo, mas é claro que a superpopulação após o advento da revolução industrial fez com que o acesso a todos os recursos e benesses do mundo cientifico de hoje ficasse relegado a uma pequena parcela de privilegiados, a maioria dos quais sem qualquer mérito para ocupar sua posição, alem da sorte, do momento correto, da incerteza...
    Voltando ao livro...
    a técnica narrativa é lenta, no inicio pensei em largar porque, acostumado aos quadrinhos, aos livros de scifi atuais, queria logo descobrir aquele mundo novo proposto por Scott Westerfeld, mas esse mundo demorava e me exasperava...
    Insisti...
    e depois acabei gostando, vendo o mundo ser descortinado aos poucos pela autora que nos mostra tudo pelos olhos de mais uma protagonista mulher e jovem...Tally, ainda feia, e "heroina" relutante como as "heroinas" de Jogos Vorazes e Enders...
    Livro bem escrito, totalmente diferente em termos de descrição de um "novo mundo" de qualquer outra ficção que eu já tenha lido, aconselho a leitura para todos que apreciam scifi ou distopia.
    A única coisa não original é o arquétipo do herói, como nas lendas dos tempos de Gilgamesh e Hercules, ou nos filmes modernos americanos...O herói que nasce entre os comuns, mas é especial, o herói que reluta em abraçar seu manto do destino mas cujas circunstancias da vida o levam a seguir rumo a um desfecho glorioso que ele não pretendia..esse é o arquétipo milenar que vimos em centenas de historias, em centenas de mitos, mas que nunca cansamos de ver, ouvir ou ler, seja num faroeste americano ou numa sociedade pós-apocalíptica...
    Outra coisa legal: depois de milhares de anos, sempre é bom ver o papel do "herói" com as mulheres...

    Feios esta em português do Brasil, e pode ser achado em edições físicas e digitais facilmente.




    Scott Westerfeld (nascido em 5 de Maio de 1963) é um autor americano de ficção científica voltada ao público Jovem Adulto (Young Adult). Ele nasceu no Texas, mas atualmente divide seu tempo entre Sydney na Austrália e Nova Iorque nos Estados Unidos. (wiki)

    Feios não é filho único, virou uma série, que logo abordaremos aqui no total:







    posted by iSygrun Woelundr @ 1:43 PM   0 comments
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